7 de abril de 2003

PUNCH DRUNK LOVE

Éramos pouco mais de meia-dúzia, às 3 h da tarde, a ver o filme. O resto do grupo espalhado pelas cadeiras apertadinhas da sala 7 das Amoreiras, tinha mais de 60 anos e ar de quem estava à espera de ver a Julia Roberta e Hugo Garantido. Não viram. Em contrapartida receberam um belo filme, (maradíssimo!), do autor de MAGNÓLIA.
Saí um bocado embriagado... e não foi de amor, mas de imagens e, sobretudo, de sons. Aí, Paul Thomas Anderson!
ps: não percebi bem, mas à saída, julgo ter visto a senhora que estaciona o público a descolar uma velhinha da cadeira. Pode ter sido impressão minha...

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